(Paulo Chicareli)
Quem sou eu que não sei quem sou? Vou descobrindo-me, criando-me, modificando-me, a cada dia. Cada hora, cada minuto e a cada segundo. Diferente, mas sempre sendo Eu. E assim sigo. Sigo seguindo. Sempre em frente. Ah....
quarta-feira, 30 de maio de 2012
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Minha cara...
MISS IMPERFEITA - Texto da Martha Medeiros publicado na Revista do O Globo.
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que se lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir dessa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.
(Martha Medeiros)
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que se lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir dessa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.
(Martha Medeiros)
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Incríveis Você!
(Leandro- para Márcia Chicareli)
Incríveis diferenças desde o começo
Incríveis conversas no sossego
Incríveis vozes eu ouvi
Incríveis sorrisos eu vi
Incríveis mudanças senti
Incríveis vontades eu tive
Incríveis pensamentos, imaginei
Incríveis lugares - eu estive
Incríveis caminhos tomou e tomei
Incríveis saudades senti, sentirei
Incríveis eus refleti
Por serem incríveis VOCÊ
... e eu cri.
Incríveis diferenças desde o começo
Incríveis conversas no sossego
Incríveis vozes eu ouvi
Incríveis sorrisos eu vi
Incríveis mudanças senti
Incríveis vontades eu tive
Incríveis pensamentos, imaginei
Incríveis lugares - eu estive
Incríveis caminhos tomou e tomei
Incríveis saudades senti, sentirei
Incríveis eus refleti
Por serem incríveis VOCÊ
... e eu cri.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Conversa de Elevador...
Márcia Chicareli Costa -
em: Mais uma prosa!
Moro há muitos anos no mesmo prédio e talvez hoje tenha sido a primeira vez que me arrependo em morar no primeiro andar.
Como de costume, fui dar aula e com isso cheguei em casa bastante tarde, a garagem estava lotada, fiz todo o quarteirão para colocar o carro no Térreo, havia um carro na minha frente praticando a mesma peripécia. Estacionei, desci do carro e o vizinho fez o mesmo, nos esbarramos indo para a guarita deixar as chaves dos veículos – aqui cabe um apontamento – nunca tinha visto este vizinho no prédio, digo nunca porque ele é inesquecível. Alto, forte, cabelos cacheados castanhos claros e olhos azuis, nossa, jamais esqueceria um homem assim.
Naquele momento sinos começaram a tocar e borboletas começaram a borboletear no meu estômago, ele quis ser simpático e eu paralisada.
Esperando o elevador, começou o diálogo...ele diz:
- Boa Noite!
- Boa noite, tudo bem?
- Bem e você.
- Ah! Bem também.
- As contas nunca atrasam não é mesmo?
- É verdade, nunca atrasam.
(Torci para que o elevador estivesse no 15° andar, mas estava no subsolo...)
Ele abriu a porta e gentilmente a segurou para que eu pudesse entrar, agradeci:
- Obrigada!
- Não me agradeça.
Antes da porta do elevador fechar, ouvimos um grito de outro vizinho, como se estivesse torcendo para o futebol e ele disse:
- Nossa, o que será isso?
- Pois é, nem é o jogo do Brasil e já estão comemorando.
- É verdade, e me diga, você acha que o Brasil ganha essa Copa do Mundo?
Olhei bem no fundo dos olhos dele e disse:
- Não! Quem leva a Copa é a Alemanha.
- Você acha mesmo?
O elevador já havia chegado no PRIMEIRO andar, onde moro. Que arrependimento!!
Com a porta ainda aberta eu disse:
- Sim, você viu o jogo deles? Mandaram muito bem...
- Não vi. Foi hoje?
- Não. Bom, Boa noite então!
- Claro. Boa noite para você também.
Fechei a porta do elevador. Para minha nada surpresa a porta se abre novamente e ele diz:
- Você vai assistir o jogo aqui amanhã?
- Não, vou para um Churrasco.
- Ah! Entendi, então Boa Noite novamente.
- Boa noite.
Quando coloquei a mão na porta para entrar no apartamento ouço:
- Tomara que o Brasil ganhe amanhã, né?
- Sorrisos!! Sim tomara.
- Então ta bom, boa noite.
- Boa noite!
Entrei em casa e minha filha estava na cozinha, eu disse:
- Nossa, subi de elevador com um vizinho lindo, nunca tinha visto ele por aqui.
- É mesmo? Como ele é?
- Tipo alemão. Alto, forte, olhos azuis e cabelos cacheados, na verdade parecia um Anjo!
- Hum! E será que não era?
Bom meus queridos, passo bem. Mas notem que dei a Copa para a Alemanha.
Não sei se os Anjos existem, mas eu tenho um vizinho que fez falar bobagem.
Claro que a Copa é do Meu Brasil!!
Bom jogo amanhã.
Beijos no coração, mas só nos corações que amam!
em: Mais uma prosa!
Moro há muitos anos no mesmo prédio e talvez hoje tenha sido a primeira vez que me arrependo em morar no primeiro andar.
Como de costume, fui dar aula e com isso cheguei em casa bastante tarde, a garagem estava lotada, fiz todo o quarteirão para colocar o carro no Térreo, havia um carro na minha frente praticando a mesma peripécia. Estacionei, desci do carro e o vizinho fez o mesmo, nos esbarramos indo para a guarita deixar as chaves dos veículos – aqui cabe um apontamento – nunca tinha visto este vizinho no prédio, digo nunca porque ele é inesquecível. Alto, forte, cabelos cacheados castanhos claros e olhos azuis, nossa, jamais esqueceria um homem assim.
Naquele momento sinos começaram a tocar e borboletas começaram a borboletear no meu estômago, ele quis ser simpático e eu paralisada.
Esperando o elevador, começou o diálogo...ele diz:
- Boa Noite!
- Boa noite, tudo bem?
- Bem e você.
- Ah! Bem também.
- As contas nunca atrasam não é mesmo?
- É verdade, nunca atrasam.
(Torci para que o elevador estivesse no 15° andar, mas estava no subsolo...)
Ele abriu a porta e gentilmente a segurou para que eu pudesse entrar, agradeci:
- Obrigada!
- Não me agradeça.
Antes da porta do elevador fechar, ouvimos um grito de outro vizinho, como se estivesse torcendo para o futebol e ele disse:
- Nossa, o que será isso?
- Pois é, nem é o jogo do Brasil e já estão comemorando.
- É verdade, e me diga, você acha que o Brasil ganha essa Copa do Mundo?
Olhei bem no fundo dos olhos dele e disse:
- Não! Quem leva a Copa é a Alemanha.
- Você acha mesmo?
O elevador já havia chegado no PRIMEIRO andar, onde moro. Que arrependimento!!
Com a porta ainda aberta eu disse:
- Sim, você viu o jogo deles? Mandaram muito bem...
- Não vi. Foi hoje?
- Não. Bom, Boa noite então!
- Claro. Boa noite para você também.
Fechei a porta do elevador. Para minha nada surpresa a porta se abre novamente e ele diz:
- Você vai assistir o jogo aqui amanhã?
- Não, vou para um Churrasco.
- Ah! Entendi, então Boa Noite novamente.
- Boa noite.
Quando coloquei a mão na porta para entrar no apartamento ouço:
- Tomara que o Brasil ganhe amanhã, né?
- Sorrisos!! Sim tomara.
- Então ta bom, boa noite.
- Boa noite!
Entrei em casa e minha filha estava na cozinha, eu disse:
- Nossa, subi de elevador com um vizinho lindo, nunca tinha visto ele por aqui.
- É mesmo? Como ele é?
- Tipo alemão. Alto, forte, olhos azuis e cabelos cacheados, na verdade parecia um Anjo!
- Hum! E será que não era?
Bom meus queridos, passo bem. Mas notem que dei a Copa para a Alemanha.
Não sei se os Anjos existem, mas eu tenho um vizinho que fez falar bobagem.
Claro que a Copa é do Meu Brasil!!
Bom jogo amanhã.
Beijos no coração, mas só nos corações que amam!
terça-feira, 25 de maio de 2010
Peito Cheio!
Márcia Chicareli Costa
Despertei com meu peito cheio, não era de nenhuma patologia das vias respiratórias, não, era um peito cheio de algo que me deixou muito tempo sem saber, estava cheio e mais nada.
Meu peito se encheu de amor, o amor em alguém e em algumas coisas contempla a felicidade em viver cada segundo de vida, não a sobra da vida, a vida de fato.
Um desejo tão grande realizado. A espera pelo encontro. As tantas vezes que quis e não conseguimos, pela proibição, pela questão mais original do humano, querer e não fazer.
Cada gesto, cada olhar, cada sorriso, sorria em mim o peito cheio de amor...
Uma paixão dessas que passa e a gente percebe que valeu a pena esperar e mais que isso vale a pena viver quantas vezes puder, sem querer e sem marcar, quando e se der, no encontro das tuas coisas ocupadas.
Ocupou-se também de mim, e o peito cheio, cada vez mais cheio de amor, paixão e sensações proibidas e vividas ali, a dois.
Enchia meu peito sabê-lo perto, enchia meu peito saber seu desejo, enchia meu peito tê-lo visto, enchia meu peito saber você...
Hoje acordei e meu peito estava ainda mais cheio. Meu peito enche a cada lembrança do que vivenciamos naquela manhã de outono...meu peito estufa de tão cheio.
Seu corpo aqueceu cada frio meu, meu corpo entrelaçou cada desejo seu, nossos corpos estavam precisados um do outro e o peito cheio...tira o ar este peito cheio...aquece a alma este meu peito cheio...me interesso em viver mais e mais emoções somadas e o peito cheio, cheio de amor, cheio de paixão, cheio das sensações que escolhemos viver.
Agora me despeço, sigo com o peito cheio, você abre a porta, para que eu vá e possa voltar este meu peito cheio.
Eu e meu peito cheio....................sempre muito cheio!!
Despertei com meu peito cheio, não era de nenhuma patologia das vias respiratórias, não, era um peito cheio de algo que me deixou muito tempo sem saber, estava cheio e mais nada.
Meu peito se encheu de amor, o amor em alguém e em algumas coisas contempla a felicidade em viver cada segundo de vida, não a sobra da vida, a vida de fato.
Um desejo tão grande realizado. A espera pelo encontro. As tantas vezes que quis e não conseguimos, pela proibição, pela questão mais original do humano, querer e não fazer.
Cada gesto, cada olhar, cada sorriso, sorria em mim o peito cheio de amor...
Uma paixão dessas que passa e a gente percebe que valeu a pena esperar e mais que isso vale a pena viver quantas vezes puder, sem querer e sem marcar, quando e se der, no encontro das tuas coisas ocupadas.
Ocupou-se também de mim, e o peito cheio, cada vez mais cheio de amor, paixão e sensações proibidas e vividas ali, a dois.
Enchia meu peito sabê-lo perto, enchia meu peito saber seu desejo, enchia meu peito tê-lo visto, enchia meu peito saber você...
Hoje acordei e meu peito estava ainda mais cheio. Meu peito enche a cada lembrança do que vivenciamos naquela manhã de outono...meu peito estufa de tão cheio.
Seu corpo aqueceu cada frio meu, meu corpo entrelaçou cada desejo seu, nossos corpos estavam precisados um do outro e o peito cheio...tira o ar este peito cheio...aquece a alma este meu peito cheio...me interesso em viver mais e mais emoções somadas e o peito cheio, cheio de amor, cheio de paixão, cheio das sensações que escolhemos viver.
Agora me despeço, sigo com o peito cheio, você abre a porta, para que eu vá e possa voltar este meu peito cheio.
Eu e meu peito cheio....................sempre muito cheio!!
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Teu Abraço!
Márcia Chicareli Costa
Quando você me abraça, você me acolhe e me engole em teus braços.
Quando você me abraça, solto todo meu corpo e você o segura com conforto.
Ah! Quando você me abraça...
Você sabe abraçar afeto.
Abraçar carinho.
Abraçar quentinho!
De você o que eu mais quero são seus abraços destes braços que me envolvem e me acolhem...
Você tem braços para um abraço. Abraça abraçado. Envolve e enrosca, bom sentir.
No cinema me abraça. Na rua caminhando, me abraça. Tem tanta graça esse abraçar...
Então, hoje, quero te devolver todos os abraços que um dia você me deu!
Quer de volta?
Quando você me abraça, você me acolhe e me engole em teus braços.
Quando você me abraça, solto todo meu corpo e você o segura com conforto.
Ah! Quando você me abraça...
Você sabe abraçar afeto.
Abraçar carinho.
Abraçar quentinho!
De você o que eu mais quero são seus abraços destes braços que me envolvem e me acolhem...
Você tem braços para um abraço. Abraça abraçado. Envolve e enrosca, bom sentir.
No cinema me abraça. Na rua caminhando, me abraça. Tem tanta graça esse abraçar...
Então, hoje, quero te devolver todos os abraços que um dia você me deu!
Quer de volta?
domingo, 25 de abril de 2010
"Você sabe?"
Autor: L.
Dou-lhe uma chance de dizer
Mas antes, vou esclarecer
Se não houvesse volta nem tempo
Saberia dizer o que quer?
Viria do livro, do bolso ou do braço?
Seria livre, doloroso ou rápido?
Satisfaria a dama, o rapaz ou um pássaro?
Saberia dizer o que quer?
Houvesse a chance de escolher
De dizer, decidir, de agir
Saberia dizer o que quer?
Ou você só sabe o que não quer?
Pois é...
Dou-lhe uma chance de dizer
Mas antes, vou esclarecer
Se não houvesse volta nem tempo
Saberia dizer o que quer?
Viria do livro, do bolso ou do braço?
Seria livre, doloroso ou rápido?
Satisfaria a dama, o rapaz ou um pássaro?
Saberia dizer o que quer?
Houvesse a chance de escolher
De dizer, decidir, de agir
Saberia dizer o que quer?
Ou você só sabe o que não quer?
Pois é...
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)